Opiniões sobre a Cimeira

Presidente Barak Obama:

Barack Obama regressou aos Estados Unidos, depois da sua participação na cimeira, garantindo que o acordo era um enorme passo em frente e que tinham sido lançadas, em Copenhaga, as fundações para o futuro, no combate da Humanidade contra os efeitos do aquecimento global. Mas também admitiu que o resultado era insuficiente e que o caminho seria longo e duro.

Primeiro-Ministro José Sócrates:

O primeiro-ministro português foi rápido a comentar e, ao mesmo tempo, a lamentar os passos muito curtos que foram dados. Para José Sócrates, foi “claro que ficámos desapontados com o facto de não ter ficado expressamente consagrada a redução das emissões de gases com efeito de estufa em 50% até 2050. Mas não estão ainda identificadas todas as contribuições dos países para a mitigação.”

Organizações Ambientais:

Para as Organizações Ambientais o Acordo de Copenhaga não representa um ponto de partida, mas sim uma falsa partida. As organizações não-governamentais do Ambiente são unânimes em considerar que foram criadas as expectativas de um documento legalmente vinculativo (como Quioto), justo e ambicioso, salientando a ausência de limites concretos de emissões.
A organização não governamental Quercus considerou que “nem o símbolo da Convenção das Nações Unidas deverá vir a estar presente no texto final, que, mesmo depois de terminada a cimeira, ainda recebe algumas correcções”. Definiu o texto como “frustrante” e responsabiliza os EUA e a China.

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